FGN CONTROL TOWER
Da informação dispersa à decisão executiva.
Uma plataforma central de gestão, inteligência e governança para transformar dados financeiros, operacionais, técnicos, contratuais e de risco em indicadores, alertas, prioridades e planos de ação.
Control Tower + VAPS
Performance, risco e governança em uma única visão.
01
UMA CAMADA DE GESTÃO CONTÍNUA
Mais do que um dashboard.
O FGN Control Tower não foi concebido como uma coleção de gráficos. Sua função é conectar desempenho, risco e responsabilidade à tomada de decisão, com rastreabilidade desde o indicador até a ação executada.
Todo indicador relevante precisa ter definição, fonte, periodicidade, meta, tolerância, responsável e regra de tratamento.
A LÓGICA DO CONTROL TOWER
Da informação ao resultado.
A gestão deixa de ser predominantemente reativa quando cada desvio percorre um fluxo claro de interpretação, decisão e acompanhamento.
01 · DADOS
02 · INDICADORES
03 · ALERTAS
04 · ANÁLISE
05 · DECISÃO
06 · PLANO DE AÇÃO
07 · RESULTADO
DOIS COMPONENTES, UMA MESMA GESTÃO
Control Tower + VAPS
A plataforma organiza a informação. O VAPS transforma essa informação em uma leitura comparável de performance.
FGN Control Tower
Consolida informações financeiras, operacionais, técnicas, contratuais, de ocupação, fornecedores, riscos e experiência dos usuários. Organiza alertas, prioridades, responsáveis, prazos e evidências.
VAPS – Asset Performance System
É o modelo de mensuração que organiza a performance do ativo em dimensões, KPIs e pesos, permitindo acompanhar evolução, comparar ativos e identificar onde a gestão precisa agir.
ASSET PERFORMANCE SCORE
0–100
Uma leitura executiva do ativo, sem perder o caminho até o KPI que originou o resultado.
VAPS — AS 10 DIMENSÕES
Uma leitura completa da performance do ativo.
O modelo padroniza o núcleo da avaliação sem impedir parametrização por tipologia, criticidade e estratégia de cada ativo.
01
Asset Value
Preservação, condição, reinvestimento e valor do ativo.
02
Financial Performance
Budget, actual, forecast, OPEX, caixa e eficiência.
03
Operations
SLA, continuidade, chamados, produtividade e qualidade.
04
Technical & Lifecycle
Manutenção, backlog, disponibilidade, vida útil e CAPEX.
05
Procurement & Vendors
SLA, qualidade, custo, documentação e risco de fornecedores.
06
Occupancy & Leasing
Ocupação, vacância, vencimentos, retenção e churn.
07
Tenant Experience
Satisfação, reclamações, resposta e experiência do usuário.
08
ESG & Sustainability
Energia, água, resíduos, emissões e eficiência.
09
Risk & Compliance
Licenças, seguros, incidentes, obrigações e riscos.
10
Governance & Data
Qualidade de dados, planos, decisões e rastreabilidade.
TRAVAS DE RISCO
Um bom score não pode esconder um risco crítico.
O VAPS incorpora critérios de criticidade. Licenças essenciais vencidas, riscos graves de segurança, sistemas críticos indisponíveis ou obrigações legais não atendidas podem limitar o score máximo até a regularização formal.
90–100 Excelente
80–89 Bom
70–79 Atenção
60–69 Crítico
< 60 Severo
DRILL-DOWN E RASTREABILIDADE
Do portfólio à evidência.
A leitura executiva precisa ser simples; a investigação, profunda. O Control Tower permite descer do score consolidado até a causa, o alerta, o plano de ação e a evidência de encerramento.
01 · PORTFÓLIO
02 · ATIVO
03 · DIMENSÃO VAPS
04 · KPI
05 · CAUSA / OBJETO
06 · ALERTA
07 · PLANO DE AÇÃO
08 · EVIDÊNCIA
GESTÃO ORIENTADA POR PERGUNTAS
O sistema precisa responder o que importa.
Indicadores só têm valor quando sustentam decisões. A tela executiva deve destacar performance, tendência, risco e exceções — não volume de dados.
Performance
O ativo está performando melhor ou pior do que no período anterior?
Desvios
Quais desvios financeiros, técnicos, operacionais ou de risco exigem ação imediata?
Fornecedores
Quais fornecedores e contratos estão entregando o nível de serviço esperado?
Risco
Onde estão os riscos capazes de afetar continuidade, segurança, compliance, custo ou valor?
Forecast
Qual é a projeção financeira e operacional até o fim do exercício?
Portfólio
Quais ativos apresentam melhor e pior performance — e por quê?
CICLO FGN
Diagnosticar. Planejar. Operar. Medir. Decidir. Valorizar.
O Control Tower sustenta um ciclo contínuo de gestão, conectando rotina operacional à evolução do ativo no longo prazo.
01
Diagnosticar
Baseline, riscos e contexto do ativo.
02
Planejar
Metas, prioridades, orçamento e ações.
03
Operar
Execução disciplinada e geração de dados.
04
Medir
Realizado versus esperado, tendências e exceções.
05
Decidir
Priorizar recursos, correções e investimentos.
06
Valorizar
Melhorar desempenho, preservar o ativo e reduzir riscos.
IMPLANTAÇÃO
Começar simples. Evoluir com disciplina.
A primeira implantação deve priorizar um núcleo executivo confiável antes de ampliar o número de KPIs. O objetivo é colocar a gestão em funcionamento e evoluir a solução com base no uso real.
01
Diagnóstico
Ativos, processos, sistemas, contratos, fontes e dores.
02
Baseline
Situação inicial dos KPIs, riscos e lacunas de dados.
03
Dicionário
Definições, fórmulas, metas, responsáveis e fontes.
04
VAPS inicial
Pesos, dimensões, KPIs e regras de score.
05
MVP
Indicadores executivos, alertas críticos e planos de ação.
06
Integrações
Automação das fontes prioritárias.
07
Rotinas
Rituais de gestão e disciplina de acompanhamento.
08
Escala
Expansão do modelo para novos ativos e portfólios.
FGN CONTROL TOWER
Transforme dados operacionais em decisões de gestão.
Conheça como o FGN Control Tower + VAPS pode ser aplicado ao seu ativo ou portfólio, conectando performance, risco, governança e planos de ação.

